Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para 25 de outubro. Entre os candidatos eliminados no primeiro turno, Augusto Cury (Avante) ainda não tinha anunciado apoio, enquanto Renan Santos (Missão) declarou que deixaria a escolha a critério dos eleitores, segundo as informações divulgadas pelo portal Globo com base em apuração do Valor.
As posições dos dois candidatos são diferentes: Cury não indicou publicamente um dos concorrentes como seu escolhido, e Santos afirmou que não pediria votos para nenhum dos nomes nem recomendaria voto nulo. A reportagem de referência detalha apenas esses dois casos; por isso, não há informação suficiente para afirmar qual será a posição dos outros oito candidatos derrotados.
O que disseram Augusto Cury e Renan Santos sobre o segundo turno?
Augusto Cury terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 3.448.569 votos. Após a votação de 4 de outubro, ele afirmou em uma entrevista coletiva que não comentaria naquele momento o segundo turno nem apoiaria os candidatos que avançaram.
A assessoria de Cury, porém, informou que ele tiraria alguns dias de descanso e voltaria na segunda-feira para anunciar o que faria. As informações disponíveis na reportagem não esclarecem se houve uma declaração posterior nem confirmam um apoio formal. Assim, não é possível atribuir a ele uma escolha entre Flávio Bolsonaro e Lula com base nesse material.
Renan Santos ficou em quarto lugar, com 2.675.887 votos, equivalentes a 2,24% do total informado. Em uma transmissão ao vivo no canal oficial do Movimento Brasil Livre (MBL), ele afirmou que cada eleitor poderia decidir por conta própria e disse que não pediria voto para um candidato, nem recomendaria voto nulo.
O Valor informou que procurou Renan Santos, mas não recebeu resposta. A posição descrita, portanto, é a declaração feita por ele na transmissão; a reportagem não registra uma manifestação adicional do candidato em resposta ao contato.
Quais candidatos foram para o segundo turno de 2026?
De acordo com o texto de referência, a disputa presidencial no segundo turno será entre Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT. A votação está prevista para 25 de outubro. Os eleitores escolherão entre os dois candidatos que avançaram na corrida pelo Palácio do Planalto.
O primeiro turno ocorreu em 4 de outubro. A referência menciona que outros dez nomes não chegaram à etapa final, mas apresenta informações específicas somente sobre Augusto Cury e Renan Santos. Não detalha o posicionamento dos demais oito candidatos, e não seria correto presumir que apoiem um dos finalistas, defendam voto nulo ou permaneçam neutros.
A quem vão os votos de Augusto Cury e Renan Santos?
As declarações citadas não permitem concluir que os votos recebidos por Cury ou Santos serão transferidos para um dos candidatos do segundo turno. Uma manifestação de apoio pode sinalizar preferência política, mas cada eleitor continua responsável por sua própria escolha na urna.
No caso de Cury, o material registra tanto a declaração de que não comentaria nem apoiaria os concorrentes quanto a informação da assessoria sobre um possível anúncio posterior. Sem confirmação de uma decisão posterior, o status deve ser tratado como não esclarecido pelas informações disponíveis.
Renan Santos, por sua vez, orientou os eleitores a escolherem livremente e disse que não faria um pedido de voto para nenhum dos dois candidatos. Isso não significa que todos os seus eleitores seguirão a recomendação, nem permite prever como votarão.
O que falta saber sobre os apoios no segundo turno?
O cenário permanece incompleto no material de referência. Para acompanhar a definição dos candidatos eliminados, é importante diferenciar uma declaração oficial de apoio, uma manifestação pessoal e a ausência de posicionamento. Também é necessário verificar se houve atualização posterior, sobretudo no caso de Cury, cuja assessoria mencionou a possibilidade de um anúncio.
- Augusto Cury: não declarou apoio aos finalistas na entrevista coletiva citada; a reportagem também registra que sua assessoria mencionou um possível anúncio posterior, sem informar o resultado.
- Renan Santos: disse que os eleitores poderiam escolher livremente e que não pediria voto para nenhum dos concorrentes nem para voto nulo.
- Outros oito candidatos derrotados: o texto de referência não informa o que pretendem fazer.
Para o eleitor, a consequência prática é que declarações de lideranças não substituem a comparação direta entre propostas, trajetórias e posições dos candidatos que continuam na disputa. Até que cada posicionamento seja confirmado publicamente, qualquer afirmação sobre um apoio deve ser tratada com cautela.
Perguntas frequentes sobre os apoios no segundo turno
Quando será o segundo turno das eleições de 2026?
A votação está marcada para 25 de outubro de 2026, segundo as informações do texto de referência.
Quem disputará a Presidência no segundo turno?
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) são os candidatos citados como participantes da etapa final.
Augusto Cury declarou apoio a Lula ou a Flávio Bolsonaro?
Não na declaração descrita. Cury disse que não comentaria nem apoiaria os nomes naquele momento, enquanto sua assessoria mencionou um possível anúncio posterior, não detalhado na reportagem.
Renan Santos pediu voto nulo?
Não. Ele afirmou que não pediria voto nulo nem para qualquer um dos dois candidatos e que os eleitores poderiam decidir por conta própria.
Os votos dos candidatos derrotados são transferidos automaticamente?
Não. As declarações de apoio não determinam o voto de cada eleitor. A escolha no segundo turno é individual.
Gostou desta matéria? Compartilhe com quem precisa ficar bem informado e assine a newsletter do GCBS NEWS para receber as principais notícias direto no seu e-mail.




