Entretenimento

Bonito Cinesur 2024 tem 4ª edição com Reynaldo e filmes

Festival “Bonito Cinesur” chega à 4ª edição com Reynaldo e programação de filmes para celebrar a cultura e a integração regional.

Bonito Cinesur 2024 tem 4ª edição com Reynaldo e filmes

O Bonito Cinesur, festival de cinema que chega à sua 4ª edição, divulgou a programação completa e vai movimentar a cidade de Bonito (MS) entre 24 de julho e 1º de agosto. O evento reúne longas-metragens de diversos países da América Latina, com atividades em mostras competitivas, sessões especiais e pré-estreias — incluindo a participação do ator Reynaldo Gianecchini e a exibição inicial do filme Querido Trópico. Segundo o portal Abril.com.br, a programação também traz homenagens e debates ligados ao cinema e a temas sociais.

Em um calendário que combina ficção, documentário e produções ambientais, a edição ainda destaca a homenageada Paulina García — atriz, diretora de teatro e dramaturga chilena — conhecida por trabalhos como Gloria (2013) e Narcos (2015-2016). Para o público brasileiro, a proposta do festival vai além da exibição de filmes: cria um encontro entre cineastas, intérpretes e questões urgentes para a região, como direitos, memória política e disputas territoriais.

O que é o Bonito Cinesur e por que ele chama atenção no calendário brasileiro?

O Bonito Cinesur se consolidou como uma vitrine para o cinema latino-americano em um destino turístico de grande apelo nacional. A cada edição, o festival expande a variedade de obras — do longa de estreia aos curtas, passando por produções com foco ambiental e filmes sul-mato-grossenses. Em tempos de competição por atenção cultural, a curadoria do evento contribui para ampliar repertório fora dos circuitos tradicionais de grandes capitais.

Ao trazer produções de quase todos os países da América Latina (conforme a divulgação do festival), o evento atende a um interesse crescente do público por narrativas que dialogam diretamente com a realidade regional. Além disso, sessões especiais e pré-estreias costumam atrair espectadores que desejam ver obras antes de elas chegarem ao circuito comercial ou de exibição mais ampla.

Quando começa a programação e onde acontecem as atividades?

De acordo com a programação anunciada pelo festival, as atividades começam em Bonito (MS) no dia 24 de julho e seguem até 1º de agosto. A agenda inclui eventos distribuídos na cidade, com destaque para sessões em espaços como o Auditório Kadiwéu, citado na divulgação de pré-estreia e debates.

Entre os atos iniciais programados, está a presença de Reynaldo Gianecchini na abertura do evento, seguida da exibição de Querido Trópico.

Quem é Reynaldo Gianecchini e o que acontece no dia 24 de julho?

Segundo o portal Abril.com.br, a 4ª edição do Bonito Cinesur terá a apresentação do ator Reynaldo Gianecchini como parte das atividades de início em Bonito (MS). No mesmo dia, será exibido o filme Querido Trópico, uma coprodução entre Panamá e Colômbia, dirigida por Ana Endara.

A obra é descrita na divulgação como uma história centrada no encontro entre uma mulher rica que sofre com demência e uma imigrante colombiana. O tipo de abordagem — relações sociais atravessadas por desigualdade e deslocamento — costuma ser um dos motores de interesse para quem acompanha festivais latino-americanos.

Quais são os filmes e como funciona a seleção do festival?

A programação divulgada inclui longas-metragens distribuídos entre mostras competitivas, sessões especiais e pré-estreias. Além do filme de abertura, há também uma competição com múltiplas produções, e o festival ainda contempla curtas-metragens.

Conforme informado, a competição de longas do evento contempla filmes de quase todos os países da América Latina. Já a programação total inclui ainda outros 24 curtas-metragens, além de filmes ambientais ou produções sul-mato-grossenses.

Para o público que acompanha o tema “cinema latino-americano”, esse formato é relevante porque aproxima diferentes linguagens: enquanto longas costumam estruturar temas com maior fôlego narrativo, curtas frequentemente apresentam recortes mais ousados de forma e abordagem, além de revelar novos nomes e estilos.

Quem é a homenageada Paulina García e quais obras a destacam?

Entre os destaques do festival, a edição traz Paulina García como homenageada do ano. Segundo a divulgação, ela é atriz, diretora de teatro e dramaturga chilena, reconhecida por trabalhos como Gloria (2013) e Narcos (2015-2016).

Homenagens desse tipo ajudam a construir continuidade entre gerações e áreas da produção cultural. Em vez de tratar a programação como apenas uma sequência de sessões, o festival cria um eixo de reconhecimento artístico que facilita a compreensão do impacto internacional de obras e trajetórias.

O que é a pré-estreia de Honestino e por que o filme é relevante?

Um dos momentos mais aguardados da agenda é a pré-estreia de Honestino, dirigida por Aurélio Michiles, marcada para 25 de julho, às 20h, no Auditório Kadiwéu. A divulgação afirma ainda que a sessão contará com a apresentação do diretor e do astro Bruno Gagliasso.

O filme reconstitui a trajetória de Honestino Guimarães, descrito como líder estudantil e presidente da UNE. Ele também é apontado como símbolo da resistência contra a Ditadura Militar, tendo sido perseguido, sequestrado e desaparecido pelo regime em 1973.

Em termos de impacto para o público brasileiro, a relevância do tema é direta. O período da ditadura ainda está presente em debates contemporâneos sobre memória, direitos e ensino da história. Projetos audiovisuais que reconstituem trajetórias ajudam a ampliar o acesso a narrativas que, muitas vezes, ficam restritas a livros e registros históricos.

Que outras atividades acadêmicas e de conteúdo entram na programação?

Além da pré-estreia, o festival também inclui uma atividade formativa: João Moreira Salles participará da Aula Magna intitulada “O Problema do Documentário”, no dia 29 de julho, às 14h30, na Sala Glauce Rocha.

Para quem acompanha a discussão sobre documentário — método, ética, representação e papel da imagem na construção de realidade — a aula pode funcionar como um complemento importante à experiência de assistir ao filme. Ao conectar teoria e obras, eventos desse tipo tendem a tornar o debate mais acessível ao público não especializado.

O que é Minha Terra Estrangeira e quem participa?

Segundo o portal Abril.com.br, João Moreira Salles e Louise Botkay também estarão presentes em uma sessão especial de Minha Terra Estrangeira. A obra é um documentário realizado em colaboração com o coletivo Lakapoy.

O filme acompanha o líder indígena Almir Suruí e sua filha Txai “às vésperas das eleições de 2022”, segundo a descrição divulgada. A narrativa foca a disputa política e a ameaça à Amazônia, em um contexto em que a proteção territorial e a preservação ambiental se conectam a decisões que impactam o país inteiro.

Para espectadores interessados em causas socioambientais, esse tipo de documentário costuma ser relevante por mostrar como conflitos locais se desdobram em arenas maiores — e por evidenciar o protagonismo indígena nos debates sobre futuro e desenvolvimento.

Quais perguntas o leitor pode fazer antes de ir ao festival?

Como a programação envolve sessões de diferentes formatos e presenças de convidados, vale planejar com antecedência. Para ajudar, confira respostas diretas com base no que já foi informado:

  • Quais datas já estão confirmadas? A abertura ocorre em 24 de julho e a pré-estreia de Honestino acontece em 25 de julho. A aula magna ocorre em 29 de julho, dentro do período total do festival (24 de julho a 1º de agosto).
  • Onde acontece a pré-estreia? Em 20h, no Auditório Kadiwéu, em Bonito (MS).
  • Quem participa de sessões especiais? A divulgação cita João Moreira Salles e Louise Botkay em Minha Terra Estrangeira.
  • Quem é a homenageada? Paulina García, atriz, diretora de teatro e dramaturga chilena.

Perguntas frequentes

O Bonito Cinesur é focado apenas em longas-metragens?

Não. A programação inclui longas e também 24 curtas-metragens, além de filmes ambientais e produções sul-mato-grossenses, conforme divulgado.

Quais são os principais convidados anunciados?

Entre os nomes já citados na divulgação estão Reynaldo Gianecchini na abertura, Bruno Gagliasso na pré-estreia de Honestino, e João Moreira Salles com atividade e sessão especial. A participação de Louise Botkay também foi informada.

Há pré-estreia confirmada na programação?

Sim. A pré-estreia de Honestino ocorre em 25 de julho, às 20h, no Auditório Kadiwéu, com diretor e Bruno Gagliasso, segundo a divulgação.

Qual é o tema do documentário Minha Terra Estrangeira?

O filme acompanha o líder indígena Almir Suruí e sua filha Txai às vésperas das eleições de 2022, destacando a disputa política e a ameaça à Amazônia.

Quando acontece a aula magna?

A aula magna de João Moreira Salles acontece em 29 de julho, às 14h30, na Sala Glauce Rocha.

Por que o festival pode interessar quem acompanha cinema e política no Brasil?

Ao reunir obras latino-americanas com recortes que dialogam com desigualdades sociais, deslocamentos e disputas territoriais, o Bonito Cinesur cria uma ponte entre cultura e cidadania. A presença de filmes que abordam ditadura, memória e resistência, como o caso de Honestino, e a ênfase em ameaças à Amazônia, em Minha Terra Estrangeira, mostram que o festival usa o cinema como linguagem para discutir temas que o público brasileiro também enfrenta.

Além disso, a aula magna sobre documentário reforça a dimensão crítica do evento: não é apenas assistir, mas também entender como as imagens constroem narrativas — e quais são os desafios envolvidos em registrar realidades complexas.

Gostou desta matéria? Compartilhe com quem precisa ficar bem informado e assine a newsletter do GCBS NEWS para receber as principais notícias direto no seu e-mail.

Yuri Augusto
Escrito por
Yuri Augusto

Yuri Augusto Jornalista e entusiasta de inovação digital, Yuri acompanha de perto as principais movimentações do mercado, economia e tecnologia. Com foco em traduzir informações complexas em análises acessíveis, é o responsável por trazer os conteúdos mais relevantes e em primeira mão para os leitores do GCBS News.

Leia também